A Política das Alianças

A política das alianças entre os Estados europeus marcou todo o final do século XIX e início do século XX e foi um dos fatores responsáveis pelo surgimento da Primeira Guerra Mundial. Esta política foi iniciada por Bismarck, Chanceler da Prússia, que visava isolar a França na Europa, e para isso estabeleceu alianças com outras potências europeias (Austro-Hungria e Itália).

A política das alianças

Com o aguçamento das contradições entre os países imperialistas europeus, estes procuraram estabelecer alianças defensivas. A Inglaterra, que sempre foi antagônica à França, alia-se a esta, e as duas se aliam à Rússia, embora esta fosse inimiga da Inglaterra. A essa aliança deu-se o nome de Tríplice Entente.

Os alemães necessitavam de reforço para uma futura luta contra os ingleses e os franceses, razão pela qual assinaram um acordo de amizade com o Império Austro-Húngaro.

A Itália, estando ofendida pelo fato de a França haver tomado a Tunísia, que os italianos consideravam território seu, fez um acordo com a Áustria. A essa aliança deu-se no nome de Tríplice Aliança.

Alianças menores aumentaram os dois grandes blocos: do lado da Entente (França, Inglaterra e Rússia) entraram o Japão, a Sérvia, a Romênia e a Grécia e, do lado da Tríplice Aliança entraram a Albânia e a Bulgária.

Outro fator importante foi após o início da guerra, muito dos elementos participantes de um bloco passaram para outro, dependendo de seus interesses.

E assim, formou-se a política das alianças.

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