Extrativismo Mineral, Vegetal e Animal

O extrativismo consiste na coleta de produtos naturais, que pode ser de origem mineral (pedras preciosas, petróleo, ouro, prata, carvão, bauxita, entre outros), vegetal (madeira, folhas e frutos) e animal (pesca, aquicultura). Deve ter o uso racional e sustentável dos recursos renováveis que se destinam à indústria e ao comércio.

Extrativismo Mineral

A região Norte do Brasil possui uma das maiores biodiversidades do mundo e também é um local de intenso extrativismo. Muitas vezes acontece a exploração predatória, ameaçando vários espécimes em extinção.

Desde a década de 1960, são explorados, na região, ouro (Serra Pelada) ferro e bauxita (Carajás e Rio Trombetas, no Pará) manganês (Amapá) e cassiterita (Porto Velho).

Na região Sudeste, Minas Gerais apresenta a maior produção de minério de ferro, além do nióbio, metal e outros compostos, que atendem praticamente os níveis da demanda mundial.

Além disso, o maior manancial de água subterrânea (Aquífero Guarani) se dá em território brasileiro (2/3 da área total), abrangendo os Estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que corresponde a 12% da água doce do mundo. Grande parte do petróleo brasileiro está na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, responsável pela maior parte de petróleo nacional.

Extrativismo Vegetal

Atualmente, no extrativismo vegetal, o País é o grande produtor e exportador de celulose de madeira de eucalipto. Além disso, são cultivadas inúmeras frutas e sementes como a castanha do Pará e o babaçu, a carnaúba, a mamona, o látex, entre outros, que têm seu aproveitamento em manufaturas da indústria farmacêutica, alimentícia e de combustíveis.

Extrativismo Animal

O extrativismo animal está concentrado principalmente na pesca e na aquicultura, que é o cultivo de animais aquáticos. Por ser uma atividade sustentável, requer o respeito à época do Defeso, quando a pesca é proibida por ocasião da reprodução desses animais.


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