O adjetivo possui três graus:
1) Normal
- quando se apresenta sem qualquer partícula intensiva:
fraco – forte – bom – pronto
2) Comparativo
- compara dois elementos. Pode ser:
a) de igualdade
- expresso pelas partículas:
tanto (tão) ÷ adjetivo + quanto (como, quão)
Pedro é tão feliz quanto eu. Mostra o mesmo grau de intensidade em ambos os setores comparados.
b) de superioridade – possui duas formas:
- analítico – expresso pelas partículas:
mais + adjetivo + que (do que) Pedro é mais feliz do que eu.
- sintético — expresso pelo próprio adjetivo. Existem seis casos:
analítico
mais bom – formas de uso restrito
mais mau
mais grande
maïs pequeno
mais alto
mais baixo
sintético
melhor
pior
maior
menor
superior
inferior
Significa que a qualidade do adjetivo é maior no primeiro elemento da comparação.
c) inferioridade
expresso pelas partículas:
menos + adjetivo + que (do que) Pedro é menos feliz do que eu.
Mostra que a intensidade do adjetivo é menor no primeiro elemento
3) Superlativo
Mostra que uma qualidade existe em grau elevado em um certo elemento.
Pode ser dividido em:
a) absoluto
a quantidade do adjetivo é intensificada, não o relacionamento com outros seres. Pode ser:
- analítico qualquer advérbio de intensidade + adjetivo:
muito bom, muito claro, extremamente caro
- sintético — acrescentam-se os sufixos íssimo, érrimo ou imo ao adjetivo:
boníssimo (ou ótimo) claríssimo
b) relativo
— a qualidade do adjetivo é intensificada relacionando-se com outros seres.
- de superioridade — formado pelas
partículas:
o mais + adjetivo + de (dentre)
Gustavo é o mais estudioso de todos os alunos.
Mostra a superioridade do primeiro elemento em relação ao segundo.
- de inferioridade — formado pelas partículas:
o menos + adjetivo + de (dentre) João é o menos caprichoso dentre os alunos.
Mostra a inferioridade do primeiro elemento em relação ao segundo.
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