
O principal produto brasileiro durante o Império foi o café, que dominava as exportações brasileiras, seguido pelo açúcar, o tabaco e o algodão.
Por iniciativa de Manoel Alves Branco, Ministro da Fazenda, em 1844 foram promulgadas novas tarifas alfandegárias, mais altas, que além de aumentar os recursos do tesouro imperial incentivaram à incipiente produção industrial do Brasil.
Durante o Segundo Império também foi proibido o tráfico negreiro e iniciaram-se as construções das estradas de ferro, a implantação da navegação fluvial e a instalação de uma rede telegráfica.
Na política externa, destacou-se a Questão Christie, que provocou uma crise e o rompimento temporário das relações diplomáticas entre Brasil e Inglaterra.
O navio inglês Príncipe de Gales naufragou próximo da costa brasileira e teve sua carga furtada.
Na mesma época, três oficiais ingleses, embriagados, provocaram desordens nas ruas do Rio de Janeiro e foram presos.
O em baixa dor inglês, William Christie exigido Brasil uma indenização no valor da carga roubada do navio e por causa da prisão dos oficiais a Inglaterra enviou navios de guerra ao litoral brasileiro com a finalidade de aprisionar navios de Marinha Mercante brasileira.
Esses problemas causaram o rompimento das relações diplomáticas entre o Brasil e a Inglaterra.
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