
Os terremotos também se formam por causa da movimentação das placas tectónicas.
Ao se movimentarem umas sobre as outras as placas tectónicas se atritam, gerando energias que se comprimem e se acumulam no interior da crosta. As energias acumuladas provocam fortes vibrações, se rompem de forma abrupta dando origem aos abalos sísmicos (os terremotos).
Tanto os vulcões como os terremotos não entram em atividade à toa mas “obedecem” um ritmo, uma dinâmica da natureza da Terra.
Os estudiosos do vulcanismo, os geofísicos, se baseiam na teoria da placas tectônicas e afirmam que a camada que encobre parte Terra, chamada de litosfera, é dividida em enormes placas que se movem. A maioria dos vulcões que ocorrem no planeta se situam entre essas placas.
As placas tectônicas se movimentam por causa de um outro movimento que existe no interior da Terra.
Esse movimento chama-se movimento de convecção e é provocado pelo calor que sobe do interior da Terra até a superfície.
Escala Richtet
É uma escala de avaliação relativa à quantidade de energia liberada pelos abalos sísmicos, ou sua magnitude e procura refletir o estrago causado pelos terremotos. Foi o norte-americano Charles Richter quem criou, em 1935, esta escala que é medida pela amplitude das ondas emitidas que vai de O a 9 pontos.
Essa escala foi modificada e ampliada mais tarde pela escala de Mercaili. Nela o poder de destruição dos terremotos é medida em valores que vão de O a 12 pontos. Assim distribuídos:
Placas Tectônicas
Antes de falarmos de placas tectônicas é preciso primeiro saber o que são crosta, falhas e tectonismo.
Crosta é a parte sólida do globo terrestre, também chamada litosfera (esfera de pedra) e sua espessura é calculada em cerca de 60 a 100 quilômetros.
Falhas são rupturas e desnivelamento na continuidade das camadas que apresentam um certo grau de rigidez por ocasião dos movimentos tectônicos.
Tectônica ou tectonismo é o ramo da geologia que estuda a movimentação de camadas da crosta terrestre, por efeito de forças endógenas (forças internas ou subterrâneas) causando uma arquitetura especial do subsolo. A tectônica estuda também o dinamismo das forças que interferem na movimentação das camada da crosta.
Foi o geógrafo alemão Alfred Lothar Wegener que em 1912 propôs uma teoria de que a Terra, no início de sua origem era um mega (super) continenente chamado Pangéia. Esse continente teria, ao longo de milhões de anos de sua existêcia, se fracionado, devido um movime nto de convecção que deu origem e forma aos contentes atuais.
Sua teoria só foi aceita L comunidade científica mundial. década de 60 quando através a sofisticados instrumentos e computadores ficou confirmado.
as placas tectônicas se movimentam umas sobre as outras.
Hoje constatou-se, também, que tanto na costa brasileira como na costa oeste do continente africano existem os mesmos tipos de vegetais, vida animal e tipo de solo, o que estabelece indícios de que estes continentes ao se “partirem”deixaram marcas de que sua estrutura e composição eram uma só.
Outra maneira muito fácil de se evidenciar esta teoria é perceber que a costa brasileira e
a costa oeste africana se encaixam como um quebra-cabeça.
As principais Placas tectônicas existente na Terra são:
Placa norte-Pacífica, Placa sul-pacífica, Placa norte-americana, Placa sul-africana, Placa africana, Placa Euroasiática, Placa indo-australiana.
Por que no Brasil não existem vulcões?
No Brasil não ocorrem terremotos, tremores de terra e também não há vulcões.
A explicação
para isso é que todo o território brasileiro está fora da área de atrito entre as placas tectônicas.
O Brasil está totalmente localizado no centro da placa sul- americana, portanto fora das áreas de atrito entre as placas, mas nada impede que possa haver algum tipo de tremor, conseqüência de abalo sísmico ou terremoto nas áreas vizinhas, mesmo porque no interior da placa sul-americana pode ocorrer um terremoto provocado em virtude das movimentação na borda das placas.
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