Ecologia

A Ecologia é uma ciência que estuda a relação entre os seres vivos entre si e deles como meio ambiente em que vivem.

O meio ambiente fornece abrigo e alimentos para os seres vivos, sendo assim o produtor na cadeia alimentar (fotossíntese).

Os animais, por sua vez, são os consumidores e com isso modificam o ambiente à medida que desenvolvem suas atividades.

Com isso, observamos que existe uma grande relação na natureza, pois cada ser vivo precisa do outro para poder continuar existindo. A isso chamamos de Cadeia Alimentar.

No final da cadeia alimentar encontramos os decompositores ou “policiais sanitários” (fungos e bactérias) que irão transformar a matéria orgânica em substâncias inorgânicas, que serão reaproveitadas pela natureza.

Quando um ser vivo não encontra com o que se alimentar, para continuar sobrevivendo, invade outra cadeia alimentar à procura dos alimentos. Com isso temos, então, a Teia Alimentar.

Exemplo de Cadeia Alimentar

cadeia

A roseira é o produtor; o pulgão é o consumidor de primeiro grau, a joaninha é o consumidor de segundo grau, a aranha é o consumidor de terceiro grau e o bem-te-vi o consumidor de quarto grau.

Como na natureza as vidas estão entrelaçadas. o que ocorrer com uma delas afeta, necessariamente, outras. A conseqüência de alterações, como a derrubada de uma árvore ou o uso de inseticidas, irá provocar no meio ambiente um desequilíbrio ecológico.

Muitas vezes, para que isso não ocorra, é necessário o uso dos próprios inimigos naturais das pragas para combatê-la: estamos falando do controle biológico.

Se o pulgão está estragando muitas plantas é só colocarmos mais joaninhas para matá-los do que usar inseticida e colocar em risco a vida dos outros seres.

O conjunto de fatores vivos e não vivos que integram um determinado local, constituem o ecossistema que poderá se manter em equilíbrio saudável.

O conjunto de seres vivos que se relacionam por meio do alimento ou que, de alguma maneira, se integram em determinado ambiente, forma a Comunidade.

A relação que essas comunidades terão, pode ser harmônica quando ocorre benefício mútuo entre os organismos; e desarmônica quando apenas um dos organismos se beneficia, prejudicando o outro.

Num Ecossistema, as espécies são encontradas em lugares determinados. É como se fosse um endereço. Por exemplo: a onça e o macaco vivem na floresta e não no rio.

Cada espécie está adaptada para viver em um determinado ambiente: floresta, terra, água (doce, salgada) etc. Esse lugar, onde a espécie vive, recebe o nome de habitat.

Agora, o conjunto dessas atividades ecológicas desempenhadas por uma espécie no ecossistema recebe o nome de nicho ecológico.

Para se conhecer o nicho ecológico de determinada espécie, temos de saber do que ela se alimenta, onde se abriga, onde se reproduz, quais os seus inimigos naturais etc.

Após termos mencionado algumas noções de Ecologia, temos de pensar que o homem também é um ser e isso também está levando-o a grandes mudanças.

Hárnuito afazer. Afinal, progresso não é necessariamente sinônimo de destruição. Você já deu o primeiro passo. Aprendeu como a natureza funciona e quais as leis que a regulam.

Apesar disso, convém lembrar que não se pode depositar apenas na tecnologia toda a esperança de um futuro melhor. Deve-se considerar que, apesar de tão avançada, ela não consegue reproduzir um processo básico e vital como a fotossíntese e, nem tampouco, recriar a vida que já foi extinta.

É preciso agir rapidamente e toda ajudaéimportante; afinal, o amanhã vai depender de cada um de nós, O que está em jogo, no fundo, é a sobrevivência da própria espécie humana.

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Os Modelos Atômicos

Modelo Atômico de Dalton— 1766 — 1844.

Constitui a primeira visão experimental do átomo. Tem como base a Lei das Proporções Definidas de Proust. “Quando duas substâncias se combinam, as massas participantes guardam entre si uma proporção constante”. Dalton imaginou o átomo como uma esferinha mágica e homogênea que não se dividia nem se destruía.

A constituição do átomo sabemos hoje que o átomo é formado por três partículas: prótons1, elétrons e nêutrons. Características principais:

modelo-atomico

Modelo de Thompson – 1898

Thompson imaginou que o átomo fosse uma esfera que continha os prótons (+) e os elétrons (-) formando um conjunto neutro. Ele baseou-se na descoberta anterior de ambos. O nêutron só foi confirmado em 1932.

Modelo

Modelo de Rutherford  – 1911.

Partiu dele uma experiência com uma lâmina de ouro e partículas alfa emitidas pelo polônio. Disso, ele concluiu que o átomo teria um núcleo onde estariam os prótons (÷) e uma eletrosfera que girava em torno, do núcleo, formada por elétrons (-), cujo raio é cerca de 10.000 a 100.000 vezes maior que o raio do núcleo.

atomo-de-thompson

Modelo do átomo, atualmente aceito

Depois da descoberta do nêutron, aceita-se que os nêutrons e prótons formam o núcleo com carga positiva, Os elétrons formam a eletrosfera, tendo carga negativa.

Diâmetro do átomo

Rutherford imaginou o diâmetro do átomo estabelecendo relação com o diâmetro do núcleo.

O diâmetro do átomo proposto seria 10-8 cm, enquanto que o do núcleo seria da ordem de 102 cm.

Calculando-se:

calculo

Para se ter uma idéia, se pensarmos em uma esfera de 30 cm de diâmetro como núcleo, o átomo seria outra de 3 km de diâmetro.

calculo2

INFORMAÇÕES ÚTEIS

  1. Os elétrons foram descobertos por Thompson (1895); o próton por Thompson, Rutherford e outros no início do século XX, o nêutron foi previsto por Rutherford e confirmado por Chadwick em 1932.
  2. O polônio é elemento radioativo.
  3. A massa do elétron (1/1.836) não é nula, mas desprezível visto que o átomo, com ou sem ele, tem praticamente o mesmo peso.

O N úmero Atômico (Z)

O número atômico dos elementos é determinado pelo número de prótons do núcleo.

calculo3

p+ corresponde ao número de prótons.

O número atômico do átomo de sódio é 11, vale dizer que um átomo de sódio tem 11 prótons.

Número de Massas (A)

calculo5

O número de massa do elemento é encontrado pela soma do número de prótons do núcleo com o número de nêutrons. Esse número relaciona-se diretamente com a massa total, pois a massa total do elétron é desprezível (1/1.836).

O átomo isolado é neutro, pois o número de elétrons e prótons se igualam quando não há ligação atômica.

O número de nêutrons calcula-se pela diferença entre o número de massa e o número atômico.

calculo4

ELEMENTO QUÍMICO

Lavoisier conseguiu descobrir que a água era constituída por hidrogênio e oxigênio, sendo esses impossíveis de serem desdobrados. Esses constituintes químicos fundamentais das substâncias foram chamados de elementos químicos, formados por átomos de mesmo número atômico (Z).

Então é pelo (Z) que se identifica o elemento químico. O número atômico 26, por exemplo, indica que o átomo possui 26 prótons em seu núcleo. Essa é a característica do elemento Ferro.

Z = 1 átomo de um só próton em seu núcleo, o que é o próprio hidrogênio.
Cada elemento químico possui um símbolo, representado por uma letra que é sempre a letra de forma. A primeira letra será maiúscula. A segunda letra (se houver) será minúscula. São normalmente as letras iniciais dos elementos químicos.

O Z e o A do elemento químico são indicados da seguinte forma:

calculo6

Alguns símbolos são derivados do nome, em latim, do elemento.

Exemplo: Sódio — natrium símbolo: Na.
Prata – argentum  símbolo: Ag.
Representações do elemento químico. Exemplo e revisão.

calculo7

Correspondente ao sódio nairium — Na) com número atômico (Z)= 11 e o número de massa (A)= 23.

Logo, o átomo do elemento químico sódio, que possui Z = 11 e A = 23 tem:

número de prótons do núcleo (p) p = Z = 11.
número de elétrons do átomo isolado (fora da ligação atômica) e = p = 11, no estado fundamental.
número de nêutrons do núcleo:
n=A-Z, ou seja: 23- 11=12

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Colonização dos Estados Unidos

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Em 1620, à bordo do navio Mayflower, um grupo de protestantes puritanos chegou ao Cabo Com, no atual Estado de Massachusetts, no nordeste dos Estados Unidos, em busca de liberdade religiosa. Sua religião era perseguida pelo absolutismo e pelo anglicanismo, Igreja … Leia mais…

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Divisão de Frações

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1° Caso Divisão de frações por um número inteiro Regra Para se dividir fração por um número inteiro, multiplica-se o denominador pelo número inteiro. Seja 7/8 a dividir por 6. 2º Caso Divisão de um número inteiro por uma fração … Leia mais…

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Absolutismo

Chama-se de Absolutismo ao regime político no qual os poderes se concentram nas mãos dos reis e dos seus ministros, podendo estes, decidir sobre todos os assuntos.

O rei possuía o poder de decretar leis, dispensar justiça, arrecadar impostos e dirigir a vida econômica de seu Estado. Podia legislar, decretar a guerra e fazer a paz.

Este poder justificava-se num pretenso direito divino da realeza, ou seja, o rei era escolhido por vontade divina e por isto deveria ser amado, respeitado e obedecido. Era por vontade de Deus e não por acaso que se tornara rei.

Em torno desse rei, formava-se uma corte luxuosa a nobreza. Os burgueses, que eram geralmente ricos, só tinham destaque social quando concedido por um favor real.
A nobreza geralmente dominava as armas e costumava viver do rendimento de suas propriedades, oferecia ao rei seus serviços de governo de províncias, ou de companhias militares. Vivia quase sempre dependente dos favores do Estado e pleiteando mais títulos de nobreza como barões, condes, duques, marqueses.

Na Península Ibérica, a partir do século XI, tiveram de lutar contra os árabes invasores numa guerra que se chamou de Reconquista, feita pelos cristãos para rever suas terras ocupadas pelo inimigo muçulmano que deveria ser expulso.

Assim unidos no mesmo ideal, em Portugal, orei, que era o líder da guerra, envolveu a nobreza e o povo. Contando com várias forças da nação consolidou o poder, e isso contribuiu para que em Portugal não se desenvolvesse o feudalismo.

Já no século XII o Estado português era centralizado e forte.
O Absolutismo monárquico estabeleceu-se em Portugal com a Dinastia de Avis (1383 1580) que tinha o apoio da burguesia.

Na Espanha, os reis de Castela eram os líderes na luta contra os árabes invasores. Os outros remos da região, Leão, Navarrae Aragão, pretendiam também anexar as terras reconquistadas dos invasores.

Só a partir de 1476, com o casamento de Isabel do reino de Castela, com Fernando, herdeiro do trono do Aragão, a Espanha foi unificada e a nobreza foi submetida ao poder consolidado e absoluto.

Na França,nos séculos XIII e XIV, os reis Luís IX e Felipe IV foram os iniciadores da unificação territorial e centralização política, obrigando os vassalos a jurar fidelidade e substituindo as obrigações feudais por tributos pagos à Coroa.

Reservaram ao rei o direito de administrar a justiça através dos tribunais reais, criaram um exército nacional e restringiram a autoridade do papa sobre o clero na França.

O absolutismo francês teve seu apogeucomoreiLuísXlV(1643- 1715) que isentou sua corte do pagamento de impostos e passou a concentrar em suas mãos todo o poder político.

A ele se atribui a frase que encerra o absolutismo monárquico:

L’etat c’est moi! (O Estado sou eu!)
Na Inglaterra, como nos países onde a burguesia tinha maior importância, a Monarquia era mais moderada.
A consolidação do poder real miciou-seem 1485, no reinado de Henrique
VII.

A Guerra dos Cem Anos (1337- 1453) foi motivada por conflitos entre ingleses e franceses pela posse de territórios situados na França e considerados pelos ingleses como seus domínios.

A monarquia francesa fortaleceu-se com a vitória sobre os ingleses e desenvolveu-se um forte sentimento nacionalista, tendo como heroína deste movimento Joana d’Arc.

A França desenvolveu-se como grande centro produtor e comercial, mas no século XVI, as lutas religiosas devastaram os campos e o movimento foi acentuado pela emigração de grande número de burgueses franceses para a Inglaterra. A partir do Edito de Nantes (1598) que decretava a liberdade de culto aos protestantes reiniciou-se a renovação do comércio e manufaturas.

Até o século XV, a Inglaterra era uma terra de pastores e agricultores. A partir daí, as mudanças radicais que transformaram o modo de produção feudal, fizeram-se sentir também em seus campos, quando se realizaram os ‘cercamentos”, ou seja cercaram-se as grandes propriedades destinadas à criação de ovelhas e desenvolveu-se muito a manufatura da lã em tecidos leves, que era negociada na Europa e no Oriente, passando então esse comércio a ser uma atividade que trazia grandes lucros.

A partir desta época, com a circulação de grandes capitais, ocorreram grandes mudanças econômicas com o impulso das exportações e das manufaturas, às quais estava ligada a burguesia.

O rei governava já de acordo com certos princípios, que haviam sido impostos pela Magna Carta imposta em 1215 ao rei João Sem Terra e considerada um documento de grande importância jurídica, com liberdades inspiradas no liberalismo e na democracia.

Pela Magna Carta, orei não podia promulgar novas leis, nem aumentar os impostos sem o consentimento do Parlamento e das Câmaras que eram compostas por representantes do clero, da nobreza e da burguesia.

Mesmo assim, Henrique VII (1509 – 1547),Elizabeth I(1558- l603),Jaime I (1603 – 1625) e Carlos I (1625 – 1649) exerceram por mais de um século o Absolutismo na Inglaterra.

Os governos absolutistas na Inglaterra terminaram com a Revolução Gloriosa (1668) quando foi regulamentada uma série de direitos dos cidadãos, foi estabelecida a superioridade do poder das leis e a autonomia do Parlamento dominados pelos burgueses.

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As Principais Civilizações Pré-Helênicas

Antes da formação da Grécia, desenvolveram-se importantes civilizações nas terras gregas.

A vida sedentária na Grécia tinha origens tão remotas quanto na Mesopotâmia ou no Egito. As costas ocidentais da Asia Menor, as ilhas do mar Egeu e o sul da península dos Balcâs já eram habitados desde o período Neolítico por homens que se dedicavam à agricultura e ao pastoreio. Não se conhece a origem desses homens que habitavam a Grécia antes da chegada dos povos indo-europeus. De modo geral, este povo ficou conhecido como Egeu, o qual, por volta do segundo milênio antes de Cristo, já utilizava o cobre e o bronze e havia constituído uma complexa civilização urbana.

A mais importante das civilizações pré-helênicas parece ter sido a Civilização Cretense, localizada na ilha de Creta.

Já nos fins do período Neolítico, Creta desenvolveu uma grande cultura. No início dos tempos históricos, teria aprendido a utilizar os metais e desenvolvido um sistema de escrita, organizando uma civilização própria, com a incorporação de elementos culturais do Oriente ao seu processo civilizatório.

A civilização cretense contava com grandes cidades como, por exemplo, Cnossos, Faesto, Mália etc. O que parece certo afirmar é que estas cidades-estado tinham uma forma de governo monárquica e que se dedicavam essencialmente ao comércio marítimo.

Por volta de 1600 a.C., talvez alguma revolução interna ou mesmo um ataque dos indo-europeus, que estavam ocupando o que mais tarde seria a Grécia Continental, tenha destruído em parte estas civilizações. Mais tarde, houve uma reconstrução e, no século XVI a.C., a civilização cretense, atingiu seu apogeu com o estabelecimento de um império marítimo comercial (chamado Talassocracia).

Ao que parece, por este período, o rei de Cnossos teria imposto a sua suserania s outras cidades, unificando Creta e construindo uma rede de estradas para consolidar sua hegemonia. A partir daí, a civilização cretense iniciou a colonização das ilhas próximas, monopolizou o comércio do mar Egeu e impôs a sua hegemonia sobre regiões, inclusive do continente, das quais retirava o pagamento de tributos.

Ao mesmo tempo em que, a partir do terceiro milênio, se desenvolvia a civilização cretense, desenvolvia-se, no continente, a Civilização Anatólica.

Alguns autores chamam as civilizações egéias de anatólicas.

Assim sendo, os habitantes do continente, de Creta e das ilhas egéias teriam a mesma origem, isto é, de invasores provenientes da Anatólia que formariam uma civilização única, originária da Asia Menor e que reinava desde a Macedônia até Creta.

O certo é que a civilização desenvolvida no continente teve proporções bem mais modestas que a civilização cretense.

Com a imigração dos anatólios para a Grécia, o bronze foi aí introduzido, embora, no seu conjunto, a economia do continente grego continuasse sendo tal qual no período Neolítico, de base agropastoril; mas, agora, novos instrumentos agrícolas, como a charrua, seriam utilizados na agricultura.

As cidades, mais modestas que as de Creta; se multiplicaram pela Grécia Continental, tendo sido, ao contrário das cidades cretensees, fortificadas. Nelas houve um grande dsenvolvimento da atividade artesanal com o desenvolvimento da cerâmica e da metalurgia do bronze.

As principais cidades da Grécia Anatólica foram Lema e Egina.

Ao nível político, graças à existência de palácios fortificados, podemos acreditar na existência de uma organização monárquica forte.

Os vários remos anatólicos espalhados pelo continente eram independentes uns dos outros.

Outra importante civilização pré-helênica foi a que se desenvolveu ao norte da Anatólia, a Civilização Troiana.

As escavações arqueológicas permitiram encontrar oito cidades sucessivas. Tróia teria sido erguida por volta de 1900 a.C., por uma população aparentada com os primeiros gregos. Sua prosperidade econômica baseava-se na exploração de terras ricas e na pecuária.

Êsta cidade mantinha relações comerciais com o mundo dos Aqueus.

Por volta de 1275 a.C., teria sido destruída por um terremoto e, em seu lugar, construída, com um pouco menos de esplendor, a Tróia VII, a qual teria sido palco da Guerra de Tróia.

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